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Opinión: La “ONU Israel” protege al Líbano: los cascos azules (y blancos) luchan por los derechos humanos contra la rama terrorista iraní

El siguiente artículo es una traducción de su original publicado días atrás por el mismo autor Joao Lemos Esteves. Para tratar de mantener la esencia y pasión del autor, la traducción muchas veces no es exactamente la misma pero si se ha mantenido la interpretación original.

 


O Estado de Israel, nas últimas horas, reagiu (como tem sempre reagido: Israel é um exemplo de estudo em termos de auto-contenção na reação a agressões alheias, face à enormidade e severidade das ameaças, concretizadas, de que é vítima) como qualquer um de nós, na sua vida quotidiana, reagiria: defendendo-se e defendendo os seus.

El Estado de Israel, en las últimas horas, reaccionó (como siempre ha reaccionado: Israel es un ejemplo de un estudio en términos de autocontrol en la reacción a los ataques de otros, en vista de la magnitud y severidad de las amenazas concretas, de las cuales es una víctima) como cualquiera de nosotros, en nuestra vida diaria, reaccionaría: defendiéndose y defendiendo lo suyo.

Hoje falamos sobre direitos humanos. Direitos humanos na sua real aceção – e na sua concretização real. Não aqueles “direitos humanos” como arma de retórica ao serviço da propaganda de certos políticos e económico-financeiros: os direitos humanos que organizações (na fronteira da legalidade ou já muito para além da fronteira da legalidade democrática) de “sociedades abertas” invocam para levar jovens ingénuos (alguns, admitimos, de boa vontade, genuinamente preocupados com o presente e o futuro da comunidade) a praticarem atos de pura violência nas ruas de cidades emblemáticas do mundo livre.

Hoy hablamos de derechos humanos. Derechos humanos en su sentido real, y en su realización real. No esos “derechos humanos” como arma retórica al servicio de la propaganda de ciertos políticos y económico-financieros: los derechos humanos que las organizaciones de “sociedades abiertas” (en el límite de la legalidad o más allá del límite de la legalidad democrática) invocan para guiar a los jóvenes ingenuos (algunos, admitimos de buena gana, genuinamente preocupados por el presente y el futuro de la comunidad) a practicar actos de violencia pura en las calles de ciudades emblemáticas del mundo libre.

Citando o comediante genial norte-americano que é Larry David, a propósito das acusações de racismo dirigidas a Donald Trump em 2015, “ Trump é um grande racista – acabei de receber uma nota de 500 dólares para dizer isto…”. Também aqui os protestantes dos direitos humanos, que se divertem na arte modernaça de partir estátuas, estão aguardando os respetivos cheques de certas organizações que têm muito interesse na derrota de Trump, na vitória de Joe Biden – e no regresso ao “business as usual” com a China, com o Irão e com outros regimes que constituem o novo “Eixo do Mal”…

Citando al brillante comediante estadounidense Larry David, en relación con las acusaciones de racismo dirigidas a Donald Trump en 2015, “Trump es un gran racista: acabo de recibir un billete de $ 500 para decir esto …”. Aquí también, los manifestantes de derechos humanos, que disfrutan del arte moderno de romper estatuas, están esperando sus respectivos cheques de ciertas organizaciones que están muy interesadas en la derrota de Trump, la victoria de Joe Biden y el regreso a “lo de siempre”. con China, con Irán y con otros regímenes que constituyen el nuevo “Eje del mal” …

Passemos à frente

Pasemos al frente

Hoje é MESMO tempo de reforçar a relevância estrutural e estruturante dos direitos humanos. E, como todos sabemos, o direito humano mais fundamental é o direito à vida – para o garantir, no processo histórico do devir humano, surgiram os Estados. Uma tarefa fundamental dos Estados – porventura, a mais fundamental ou, pelo menos, a primeira de todas – é a garantia da segurança individual e coletiva, abrangendo esta última a defesa contra ingerências e violências externas. De Países vizinhos, de países adversários ou (e sobretudo) de Estados-Párias.

Hoy es el MISMO momento para reforzar la relevancia estructural y estructurante de los derechos humanos. Y, como todos sabemos, el derecho humano más fundamental es el derecho a la vida, para garantizarlo, en el proceso histórico del devenir humano, surgieron los Estados. Una tarea fundamental de los Estados, quizás la más fundamental o, al menos, la primera de todas, es garantizar la seguridad individual y colectiva, la última abarca la defensa contra la interferencia y la violencia externa. Países vecinos, países opositores o (y sobre todo) estados parias.

Os Estados – e especialmente, atendendo ao seu substrato funcional-axiológico, os Estados democráticos – têm o dever fundamental de garantir a integridade das suas fronteiras e a segurança de todos e de cada um dos seus cidadãos.

Los Estados, y especialmente, dado su sustrato funcional-axiológico, los Estados democráticos, tienen el deber fundamental de garantizar la integridad de sus fronteras y la seguridad de todos y cada uno de sus ciudadanos.

Pois bem, esta é a premissa fundamental para analisarmos os acontecimentos das últimas horas na fronteira entre Israel e o Líbano. O Governo de Israel tem, a seu cargo, o dever fundamental de proteger as fronteiras do Estado, garantindo a segurança do povo israelita (de todos: sem discriminação, em função de qualquer critério, como a extrema-esquerda europeia gosta de propalar, inventando descaradamente); o Líbano tem o dever fundamental de se abster de praticar quaisquer atos que possam perigar a segurança de Israel.

Bueno, esta es la premisa fundamental para analizar los eventos de las últimas horas en la frontera entre Israel y el Líbano. El Gobierno de Israel tiene, a su cargo, el deber fundamental de proteger las fronteras del Estado, garantizando la seguridad del pueblo israelí (de todo: sin discriminación, según cualquier criterio, ya que a la extrema izquierda europea le gusta extenderse, inventando descaradamente); El Líbano tiene el deber fundamental de abstenerse de tomar cualquier medida que pueda poner en peligro la seguridad de Israel.

Dir-se-á que o Líbano, como Estado, tem idêntico direito de defender as suas fronteiras e o seu povo: é certo. Mas tal argumento é tão inútil quanto dizer-se que os ladrões e homicidas têm direito à vida, vigorando também quanto a eles (em seu benefício) um dever geral de não-agressão por parte de todos os demais: a partir do momento em que um ladrão, um homicida ou um agressor coloca em causa os nossos direitos fundamentais, nós temos o direito (e o dever!) de proteger o nosso património, a nossa vida e a nossa família.

Se dirá que el Líbano, como Estado, tiene el mismo derecho a defender sus fronteras y su gente: es cierto. Pero tal argumento es tan inútil como decir que los ladrones y asesinos tienen derecho a la vida, con el deber general (en su beneficio) de no agresión por parte de los demás: a partir del momento en que un ladrón, un asesino o un agresor cuestiona nuestros derechos fundamentales, tenemos el derecho (¡y el deber!) de proteger nuestro patrimonio, nuestras vidas y nuestras familias.

O Direito sabe-o e consagra esta evidência elementar da vivência humana: daí a consagração legal dos chamados mecanismos de autotutela do Direito e de direitos, como a legítima defesa (preventiva e reativa) ou o estado de necessidade. Assim o é quanto à nossa existência singular; assim o é quanto à nossa existência colectiva: da mesma forma que não podemos exigir à pessoa que atacamos, a quem ameaçamos a sua própria existência, que tenha o mesmo respeito pelos nossos direitos que lhe seria exigível em condições normais, de convivência plena entre “law abiding citizens” – também não podemos exigir que Estados sob ataque tenham o mesmo nível de respeito, de deferência para com a integridade das fronteiras terceiras, para com os Estados (seus vizinhos) agressores.

La Ley lo sabe y consagra esta evidencia elemental de la experiencia humana: de ahí la consagración legal de los llamados mecanismos de autoprotección de la Ley y los derechos, como la defensa legítima (preventiva y reactiva) o el estado de necesidad. Así es con nuestra existencia única; así es con respecto a nuestra existencia colectiva: de la misma forma que no podemos exigir que la persona que atacamos, a quien amenazamos su propia existencia, tenga el mismo respeto por nuestros derechos que se exigiría en condiciones normales, de plena coexistencia entre ” ciudadanos respetuosos de la ley ”, ni podemos exigir que los Estados bajo ataque tengan el mismo nivel de respeto, de deferencia a la integridad de las terceras fronteras, hacia los Estados (sus vecinos) agresores.

Assim, enfim, como nenhuma pessoa é obrigada a consentir agressões alheias (ninguém tem o dever de suportar sofrimento hétero-imposto), nenhum Estado é obrigado a suportar violências desumanas e bárbaras provenientes de atores internacionais terceiros. Eis –reiteramos – a premissa essencial sobre a qual todas as interpretações (intelectualmente razoáveis e humanamente admissíveis) sobre os acontecimentos no Médio Oriente têm de assentar.

Por lo tanto, en resumen, como ninguna persona está obligada a consentir los ataques de otros (nadie tiene el deber de soportar el sufrimiento heteroimpuesto), ningún Estado está obligado a soportar la violencia inhumana y bárbara proveniente de terceros actores internacionales. Esta es, reiteramos, la premisa esencial sobre la cual deben descansar todas las interpretaciones (intelectualmente razonables y humanamente admisibles) de los eventos en el Medio Oriente.

O Estado de Israel, nas últimas horas, reagiu (como tem sempre reagido: Israel é um exemplo de estudo em termos de auto-contenção na reação a agressões alheias, face à enormidade e severidade das ameaças, concretizadas, de que é vítima) como qualquer um de nós, na sua vida quotidiana, reagiria: defendendo-se e defendendo os seus.

El Estado de Israel, en las últimas horas, reaccionó (como siempre ha reaccionado: Israel es un ejemplo de un estudio en términos de autocontrol en la reacción a los ataques de otros, en vista de la magnitud y severidad de las amenazas concretas, de las cuales es una víctima) como cualquiera de nosotros, en nuestra vida diaria, reaccionaría: defendiéndose y defendiendo lo suyo.

Pois bem, escrevemos atrás, que Israel foi alvo de agressões de atores internacionais. Expliquemos: ao contrário do que tem sido escrito, Israel não é (apenas) atacado pelo Estado do Líbano.

Bueno, escribimos antes, que Israel era el blanco de la agresión de los actores internacionales. Expliquemos: al contrario de lo que se ha escrito, Israel no es (solo) atacado por el Estado del Líbano.

Antes, Israel é atacado pelo Líbano e pelos mercenários a soldo dos Ayatollahs iranianos que são os terroristas do Hezbollah: o Hezbollah é uma associação criminosa transnacional que persegue os fins dos Ayatollahs. Esta é, aliás, uma das tendências da atuação protagonizadas pelo novo “Eixo do Mal”: a dissociação entre Estado (que promete, como manobra de relações públicas, a plena integração nas instituições internacionais e respeito pelo Direito Internacional) e grupos privados, com comando difuso e oculto, que desestabilizam os países livres e democratas à medida dos interesses perseguidos pelos Estados-Pária (o Irão é um exemplo perfeito do que acabámos de enunciar).

Más bien, Israel es atacado por el Líbano y los mercenarios a sueldo de los ayatolás iraníes que son los terroristas de Hezbollah: Hezbollah es una asociación criminal transnacional que persigue los fines de los ayatolás. Esta es, además, una de las tendencias en acción lideradas por el nuevo “Eje del Mal”: la disociación entre el Estado (que promete, como una maniobra de relaciones públicas, la plena integración en las instituciones internacionales y el respeto del Derecho Internacional) y los grupos privados, con comando difuso y oculto, que desestabiliza a los países libres y democráticos de acuerdo con los intereses perseguidos por los Estados Pária (Irán es un ejemplo perfecto de lo que acabamos de enunciar).

Nós vamos até mais longe: temos defendido que os Estados da Síria e do Líbano são hoje uma mera ficção.

Vamos aún más lejos: hemos argumentado que los estados de Siria y Líbano son hoy una mera ficción.

Quem manda no Líbano não são as autoridades institucionalizadas, mas sim as autoridades importadas e dissimuladas. Quem manda no Líbano não é o Presidente (constitucional) Michel Auon, mas sim o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah.

Las autoridades en el Líbano no son las autoridades institucionalizadas, sino las autoridades importadas y disfrazadas. El líder en el Líbano no es el presidente (constitucional) Michel Auon, sino el líder de Hezbollah, Hassan Nasrallah.

Há o risco sério de os destroços do Líbano e da Síria – dois Estados quase falhados, nos dias que correm – darem lugar à constituição de um “Little Iran” mesmo às portas da única democracia do Médio Oriente, isto é, de um “Pequeno Irão”, espaço territorial que é mera extensão geopolítica do país persa de maioria xiita. O que seria desastroso para o mundo livre, para a democracia e os direitos humanos e para a segurança internacional.

Libano

 

Existe un grave riesgo de que los restos del Líbano y Siria, dos estados casi fallidos en estos días, den paso a la constitución de un “Little Irán” incluso a las puertas de la única democracia en el Medio Oriente, es decir, de un “Pequeño Irán “, un espacio territorial que es una mera extensión geopolítica del país persa con una mayoría chiíta. Esto sería desastroso para el mundo libre, para la democracia y los derechos humanos y para la seguridad internacional.

Seria uma vitória para o “Império da Barbárie” que é o Irão dos Ayatollahs, um regime opressor do seu povo, das suas pessoas, o maior inferno à face da terra para as minorias que a esquerda jura querer proteger (quem mais jura, mais mente…).

Sería una victoria para el “Imperio Bárbaro”, que es el Irán de los ayatolás, un régimen opresivo de su pueblo, de sus personas, el mayor infierno en la tierra para las minorías que la izquierda jura proteger (quién jura más, más mente…).

O Hezbollah promete voltar a atacar com força nos próximos dias – o ataque a Israel, a partir do Sul do Líbano, já estava em marcha, sendo travado, com enorme eficácia e proporcionalidade, pelas sempre brilhantes forças de defesa israelitas.

Hezbolá promete atacar nuevamente con fuerza en los próximos días: el ataque contra Israel, desde el sur del Líbano, ya estaba en marcha, siendo detenido, con enorme eficacia y proporcionalidad, por las siempre brillantes fuerzas de defensa israelíes.

Os direitos humanos foram, mais uma vez, exemplarmente defendidos por Israel: a morte de um terrorista do Hezbollah (um terrorista, por definição, é um negacionista radical de qualquer direito humano) permitiu defender os direitos humanos fundamentais do povo israelita. De civis, de pessoas que vivem e trabalham e já estão legitimamente fartas das brincadeiras nocivas dos Ayatollahs e do Hezbollah.

Israel ha defendido nuevamente los derechos humanos de manera ejemplar: la muerte de un terrorista de Hezbolá (un terrorista, por definición, es un negacionista radical de cualquier derecho humano) ha hecho posible defender los derechos humanos fundamentales del pueblo israelí. De civiles, de personas que viven y trabajan y que ya están legítimamente hartos de los juegos dañinos de los ayatolás y de Hezbolá.

Importa frisar que o Hezbollah utiliza técnicas particularmente manhosas de guerra – nós já abordámos aqui o problema dos túneis que os terroristas às ordens dos Ayatollahs iranianos escavam ao longo da fronteira com Israel para entrarem de surpresa em território israelita, sem que o Estado democrata exemplar do Médio Oriente possa ter tempo de reação. Estamos a falar de túneis com 80 metros de profundidade e com uma extensão de quilómetro, já entrando em território israelita.

Es importante señalar que Hezbolá usa técnicas de guerra particularmente astutas, ya hemos abordado el problema de los túneles que los terroristas bajo las órdenes de los ayatolás iraníes cavan a lo largo de la frontera con Israel para ingresar por sorpresa al territorio israelí, sin que el Estado demócrata ejemplar de Medio Oriente tenga tiempo de reaccionar.  Estamos hablando de túneles de 80 metros de profundidad y un kilómetro de largo, que ya están entrando en territorio israelí.

Curiosamente, ainda não vi ninguém – nem o nosso António Guterres, Secretário-Geral da ONU, que Marcelo Rebelo de Sousa descreveu como o maior presente de Natal que o povo português queria receber – a invocar o tão querido Direito Internacional.

Curiosamente, todavía no he visto a nadie, ni siquiera a nuestro António Guterres, Secretario General de la ONU, a quien Marcelo Rebelo de Sousa describió como el mejor regalo de Navidad que los portugueses querían recibir, para invocar el amado Derecho Internacional.

É que estes túneis violam claramente a Resolução n.º 1701 do Conselho de Segurança da ONU, sendo uma violação grosseira dos mais básicos princípios de Direito Internacional. Não registámos nenhuma indignação da comunidade internacional, nem qualquer repreensão das declarações incendiárias de Hassan Nasrallah. Por que será?

Estos túneles violan claramente la Resolución Nº 1701 del Consejo de Seguridad de la ONU, siendo una violación grave de los principios más básicos del derecho internacional. No hemos registrado ninguna indignación de la comunidad internacional, ni ninguna reprimenda de las declaraciones incendiarias de Hassan Nasrallah. ¿Porque será?

Será que à Europa interessa que o Hezbollah avance com os seus atos terroristas para que Israel reaja – e Macron possa aparecer na “Paris Match” a dizer que tinha razão desde o início e que estes ataques resultam da iniciativa do Primeiro-Ministro Netanyahu de incorporar de direito os territórios da Judeia e da Samaria?

¿Será que a Europa le interesa que Hezbolá avance con sus actos terroristas para que Israel reaccione, y Macron puede aparecer en el  “París Match” diciendo que tenía razón desde el principio y que estos ataques son el resultado de la iniciativa del primer ministro Netanyahu de incorporar por ley los territorios de Judea y de Samaria?

Será conveniente para a Europa, numa formulação já usada na política portuguesa, fazer tudo pelo Irão, fazendo nada a Israel – e beneficiando a elite política dos dinheiros que vêm do Irão dos Ayatollahs, utilizando, por omissão, os idiotas úteis do Hezbollah?

¿Será conveniente para Europa, en una formulación ya utilizada en la política portuguesa, hacer todo por Irán, sin hacerle nada a Israel, y beneficiando a la élite política del dinero que proviene del Irán de los Ayatolás, utilizando, por defecto, los idiotas útiles de Hezbolá?

Há uma realidade que nem a esquerda e a direita dos interesses europeias, nem Nasrallah do Hezbollah conseguiram (ainda?) perceber: é que, em Israel, as fragilidades rapidamente se convertem em potencialidades.

Hay una realidad que ni la izquierda y la derecha de los intereses europeos, ni Nasrallah de Hezbollah se han dado cuenta (¿todavía?): es que, en Israel, las debilidades se convierten rápidamente en potencialidades.

As declarações estupidamente violentas e violentamente estúpidas de Hassan Nasrallah tiveram apenas o efeito de reforçar a coligação governamental: a imagem de Natanyahu e do General Benny Gantz ao comando das operações, mostrando a sua determinação para defender os direitos humanos, é reconfortante.

Las declaraciones estúpidamente violentas y violentamente estúpidas de Hassan Nasrallah solo tuvieron el efecto de fortalecer la coalición gubernamental: la imagen de Natanyahu y el general Benny Gantz al frente de las operaciones, mostrando su determinación para defender los derechos humanos, es reconfortante.

Uma amiga que vive perto da linha azul (que passa pelos Monte Golã e que representa o traçado da fronteira com o Líbano) dizia-nos que as papoilas nunca estiveram tão calmas nos Monte Golã, onde a soberania de Israel se faz sentir. Nem mesmo as papoilas se deixam já incomodar pelas declarações de Nasrallah.

Un amigo que vive cerca de la línea azul (que atraviesa el Monte Golán y que representa la frontera con el Líbano) nos dijo que las amapolas nunca habían estado tan tranquilas en el Monte Golán, donde se siente la soberanía de Israel. Incluso las amapolas no se molestan por las declaraciones de Nasrallah.

Entretanto, nos próximos dias, Israel desempenhará as funções de uma verdadeira (e efetiva) ONU: defenderá os direitos humanos, no terreno e não através de discursos líricos, dos cidadãos de Israel contra agressões à sua vida e segurança de terroristas escondidos no Líbano.

Sin embargo, en los próximos días, Israel desempeñará las funciones de una ONU verdadera (y efectiva): defenderá los derechos humanos, sobre el terreno y no a través de discursos líricos, de los ciudadanos de Israel contra agresores de sus vidas y la seguridad de los terroristas ocultos en el Líbano.

E derrotar o Hezbollah é defender os direitos humanos dos libaneses, que já começam a ficar subjugados pelas estratégias de dominação e controlo radical desta organização terrorista e assassina.

Y derrotar a Hezbolá es defender los derechos humanos de los libaneses, que ya están comenzando a sentirse abrumados por las estrategias de dominación y control radical de esta organización terrorista y asesina.

É preciso defender os direitos humanos, partindo o processo de expansão dos mercenários da morte dos Ayatollahs iranianos – e não partindo estátuas nas ruas europeias e americanas, que é uma coisa muito própria desta burguesia alienada que estamos criando…

Es necesario defender los derechos humanos, a partir del proceso de expansión de los mercenarios de la muerte de los Ayatolás iraníes, y no partiendo estatuas en las calles europeas y americanas, que es algo muy peculiar de esta burguesía alienada que estamos creando …

Por hoje, concluamos: os novos capacetes azuis da paz são os capacetes com a bandeira azul e branca do Estado de Israel – são eles que mais têm feito pela defesa e progresso dos direitos humanos nas regiões do globo onde esta defesa é mais urgente – e mais difícil.

Concluyamos por hoy: los nuevos cascos azules de paz son los cascos con la bandera azul y blanca del Estado de Israel, son los que más han hecho por la defensa y el progreso de los derechos humanos en las regiones del mundo donde esta defensa es más urgente, y más difícil.

Destruir o Hezbollah – e o seu criminoso líder, Nasrallah – é um ato supremo de defesa dos direitos humanos, a começar pelos direitos do povo libanês. Que Deus proteja os capacetes azuis que são os soldados de Israel.

La destrucción de Hezbolá, y su líder criminal, Nasrallah, es un acto supremo en defensa de los derechos humanos, comenzando por los derechos del pueblo libanés. Que Dios proteja a los cascos azules que son los soldados de Israel.


Autor del artículo:

Profesor Joao Lemos Esteves

Natural da Gafanha da Nazaré é licenciado e Mestre em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Foi colaborador do Jornal Expresso com um espaço de comentário político designado por Politicoesfera. Chegou à televisão com uma rúbrica no programa Curto-Circuito da SIC Radical, tendo contado no seu último programa com a presença de Marcelo Rebelo de Sousa.Tem participado em outros programas de televisão onde comenta assuntos relativos ao Direito e à Política.

Nacido en Gafanha da Nazaré, es licenciado y Máster en Derecho por la Facultad de Derecho de la Universidad de Lisboa. Fue colaborador de Jornal Expresso  con un espacio para comentarios políticos llamado Politicoesfera. Llegó a la televisión con una sección en el programa Short-Circuit de SIC Radical, contando con su último programa con la presencia de Marcelo Rebelo de Sousa. Ha participado en otros programas de televisión donde comenta sobre temas relacionados con Derecho y Política.

 


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  • Reforzar el papel de España en su empeño por cooperar con la comunidad internacional en aras de lograr definitivamente un mundo más seguro y estable.

Más información en nuestra página https://www.iniseg.es/estudios.html


Puedes revisar el artículo original en el siguiente link >> https://sol.sapo.pt/artigo/704235/opiniao-a-onu-israel-protege-o-libano-os-capacetes-azuis-e-brancos-lutam-pelos-direitos-humanos-contra-a-sucursal-terrorista-iraniana

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